O Cap d'Antibes se situa em uma parte montanhosa de Antibes. Nele há um farol chamado Garoupe. Foi na praia de la Garoupe que iniciamos nossa caminhada. Nessa praia, a água é transparente, muito cristalina. Tem um amplo local para estacionamento e uma pequena faixa de areia, com alguns restaurantes que abrem apenas no verão. Fui na primavera, então estavam todos fechados.
A praia também estava muito vazia, é o que se pode ver na foto abaixo.
Seguindo a praia, inicia-se uma trilha, que pode se tornar perigosa de acordo com a maré. Há uma placa advertindo o perigo de ser levado por uma onda gigante. Durante o caminho há flores e plaquinhas em tributo às pessoas levadas pelas ondas gigantes.
Início da trilha
Alerta sobre cuidados a serem tomados
A caminhada, apesar de cansativa, é aprazível. À direita, muros delimitam os castelos dos ricaços. À esquerda, o mar. No meio, um lindo caminho. Quando visitei, tinha obras no finzinho da trilha, mas nada que nos impedisse de ir até o final.
No verão, dizem que fica intransitável, principalmente porque as pessoas fazem pic nic em alguns lugares. Vazio foi mais interessante. Mas faltou o pôr do sol... Infelizmente fazia muito frio e tinha muitas nuvens.
Só encontramos aquelas pessoas do fundinho da foto acima e um guardinha, que faz a segurança do lugar. Depois de tantas subidas e descidas [algumas *muito* íngremes], chegamos a uma muralha, que assinala o fim da trilha.
Foto acima: Fim da estradinha. Tem uma muralha ao final. Detalhe para a descompostura da pessoa, após tantas andanças!
No cabo, fica o hotel Eden Roc, que tem a fama de ser o mais bonito do mundo! Mas não o visitamos, claro! Afinal, hotel de luxo não combina com o meu petit orçamento! rs
O verão europeu chegou! Se inicia em 21/06 e finaliza dia 21/09. É certo que após as temperaturas amenas do outono e da primavera e das baixas temperaturas do inverno, nada melhor do que se jogar aos prazeres do verão.
É tempo de acordar mais cedo e dormir mais tarde, aproveitando os momentos a mais de luz solar; de almoçar no terraço; tomar água gelada com gostinho de hortelã; de saborear frutas vermelhas, hortaliças, ervas frescas e aromáticas.
Claro que o sol também é um limitador, mas nada que um bom chapéu, óculos de sol, protetor solar, trajes leves e uma boa hidratação não resolva. O look básico pode ser pincelado por acessórios.
Quem entra de férias, no verão, é a maquiagem. Basta filtro solar e um bom batom, daqueles que prometem [e cumprem!] intensa hidratação. Quanto a fragrâncias, nada melhor que um eau de toilette, nada muito forte. Havaianas completam o look!
Enfim, quanto mais simples, melhor. O faire simple comanda!!! Seja nos cabelos, roupa, maquiagem e mesmo na alimentação, isso porque ninguém vai querer ficar horas na cozinha para fazer uma comida ‘processada’, perdendo de usufruir aquele tempão delicioso lá fora.
No verão, há grande disponibilidade e diversidade de produtos que podem ser consumidos crus ou com leves toques culinários. Nada melhor do que se jogar nas feiras livres para observar e comprar produtinhos vistosos, correr pra casa ou para algum parque e degustar. Aproveite para degustar os produtinhos oferecidos pelos [simpáticos] produtores.
... compre ervas...
... saboreie a imensa variedade de azeitonas...
... aproveite para conhecer novas palavras [consultando ao dicionário]...
Por fim, os sorvetes... Com solzinho a pino, vale a pena se deliciar com bolas e bolas deles sem medo de engordar. Mireille Guiliano disse que “o verão é uma época para excelentes experiências, um estado de ser e um estado de espírito e, de uma maneira mais específica aos nossos objetivos, não uma época para engordar”.
Bem... esta foi a estação que escolhi para ir novamente para a Europa, mais precisamente França e Itália. Já tinha ido na primavera, mas meu corpo não estava habituado a passar frio... O relato de Mireille Guiliano, no livro “Os Segredos das Mulheres Francesas” foi determinante para a minha escolha. Este livro cheio de charmes, receitas e doces prazeres vale uma leitura.
Para finalizar:
“Viva cada estação em seu ritmo próprio; respire seu ar, beba suas bebidas, prove seus frutos e resigne-se às suas respectivas influências. Deixe que sejam suas únicas bebidas e remédios naturais”.
Partindo de Antibes, passamos por Nice e seguimos estrada para Monaco.
O Principado de Mônaco, segundo o wikipedia, é um microestado situado no sul da França e faz costa com o mar Mediterrâneo. Possui aproximadamente uma área de dois quilómetros quadrados e é o estado com a densidade populacional mais alta do mundo.
Pegamos a estrada que margeia o Mediterrâneo, subindo a montanha. Um pouco depois de Nice, vale dar uma paradinha nesse lugarzinho estratégico:
Para tirar uma foto...
A primeira vista de Monaco impressiona. É micro, cheio de prédios, uns em cima dos outros!
A cidade não tem muitos estacionamentos. E os que tem na rua são, em sua maioria, para o abrigo de motocicletas. Arranjamos um subterrâneo... pago! Tinha uma plaquinha interessante!
Uma entrada para os artistas :)
Carro estacionado, partimos para conhecer Monte Carlo, um bairro de Monaco, onde se situa praias, o casino mais famoso e onde ocorre o GP de Formula 1.
Antes do casino, passamos pelo jardim japonês. É gratuito e vale uma visita.
Estava bem vazio. Deu até para fazer uma pequena estripulia!
Saindo do jardim, rumamos, a pé, para o Casino de Monte Carlo. Passamos por algumas partes do circuito da F1.
A entrada do casino é um glamour a parte! Muitos carros chiques, pessoas bem vestidas...
Depois de um tempo observando o casino, rumamos para Monaco-Ville, uma velha cidade fortificada, situada num rochedo, que serve como a capital. É onde se encontra a residência oficial do Príncipe.
O castelo está aberto a visitação, mas era domingo, depois das 18h... Ninguém em Monaco, castelo fechado. Só deu pra ver mesmo a troca da guarda.
A vista lá de cima é muito bonita. Vê-se *muitos* barcos!
E o jeitinho que esse povo encontrou para ter um pequeno contato com a natureza! Várias árvores nas coberturas dos prédios.
Ainda em Monaco-Ville, e próximo ao palácio, visitamos a Cathédrale de Monaco, uma linda e bem iluminada igreja romana-bizantina que guarda restos mortais de integrantes da família real.
Ao lado, o Judiciário (acho eu! rs).
Tudo estava fechado, inclusive o Museu Oceanográfico!
Principado vazio... foi palco de mais uma estripulia!
Antes de voltar para Antibes, fizemos o trajeto da fórmula 1. Passamos pelas principais curvas.
Túnel mais famoso!
Tudo estava pronto para o GP, que ocorreria dali a 1 mês.
A visita (rápida) foi válida!
Meio de transporte utilizado: carro. Estacionamento caro! Visitado em abril/2008.
Como eu havia dito, Nice é gigante. A visita não se exaure em um único dia. É preciso tirar um diazinho pra relaxar. Ir ao Parc Phoenix é um programa para todos, mas muito mais recomendado para quem viaja com crianças, pois o contato com plantas e animais é quase direto, coisa que fascina os pequeninos viajantes.
O Parc Phoenix é um verdadeiro oásis no meio do concreto, na parte industrial de Nice, e tem 17 hectares. Pela foto abaixo você pode verificar os prédios que rodeiam o parque.
Por dentro é um verdadeiro fascínio. Não lembro o valor, mas certamente é menos que 10 euros para visitar. Pode-se ficar o dia inteiro. Se você for em dias de semana, é comum ver o pessoal dos prédios ao redor indo lá pra almoçar. Não que lá tenha restaurantes... Cada um leva sua quentinha de casa e senta à beira de uma cachoeira ou procura a árvore mais aconchegante.
Visitei em abril e tinha muitas árvores com frutas, principalmente cítricas e são todas verdadeiras, o que demostra que o parque é muito bem cuidado! Me apaixonei por uma tangerina cor bem laranja, linda, grande, carnuda, tudodebom! Mas, se cada turista roubar uma tangerina, certamente o espetáculo acaba... rs... Porém... como boa brasileira, lá fui eu tentar roubar a tangerina (eu já estava salivando... rs). Coloquei na bolsa (não sem antes verificar a presença dos guardinhas do parque...) e tava louca pra chegar em casa e degustar a iguaria, afinal, não aguentava mais comer maçã todo dia! Infelizmente, a danada da tangerina era muito ácida e não tinha cristão que comesse a bendita! rs Antes eu tivesse deixado a tanja lá no pé, pros turistas virem...
No verão o Parc Phoenix deve virar a sensação, pois tem muitos pés de frutas vermelhas (groselha, cassis, framboesa), kiwi (não sabia que era trepadeira!) e muitos tipos de maçã.
No parque tem uma estufa muito potente, de 7000 m2 e 25 metros de altura, que simula climas tropicais. É impressionante ver as árvores gigantescas do Brasil cheias de tentáculos, as bromélias, as orquídeas (são fascinantes!), a floresta de samambaias, vários animais (tartarugas, iguanas...).
Cuidado com o choque térmico! Uns minutinhos lá dentro, à temperatura de 30ºC (muito quente e úmido), e vc está suando, se perguntando como consegue sobreviver no Brasil, rs! Saindo da estufa, vc volta à realidade dos 15ºC e ainda pode ser supreendido com um bom vento cortante...
De alguns lugares dentro do parque é possível ver o marzão azul, lá fora. Além disso, nas fotos abaixo você pode verificar uma linda e bem cuidada oliveira.
Destaque para os animais exóticos correndo soltos e as cachoeiras artificiais do parque.
Transporte utilizado: Envibus -> 1 euro para ir, 1 euro para voltar. Desce dentro do aeroporto de Nice e vai andando até o parque. É aberto de Segunda a Domingo.